Gonçalo Palma
Nascido em 1975, Gonçalo Palma é jornalista de música, tendo escrito n’O Independente, Blitz e Diário de Notícias. Trabalha no grupo da Bauer Media Áudio, foi responsável pelo programa da Vodafone FM, “Flashback”, e tem desenvolvido podcasts autorais, como o caso de “Canta Liberdade”, sobre músicas de causas de todo o mundo.
Isménio de Andrade Torres
Isménio de Andrade Torres (Lisboa, 1982) é licenciado em Engenharia Ambiental pelo Instituto Politécnico de Bragança. Posteriormente concluiu o mestrado na Universidade de Groningen, nos Países Baixos.
No seu país de origem, percebeu rapidamente que os “engenhosos” são muitas vezes mais valorizados do que os engenheiros, ascendendo com maior rapidez na vida. Todavia, o Engenheiro Isménio não esquece a sua área de formação e dedica-se também ao estudo de ambientes sociais — por vezes tóxicos — e de almas humanas poluídas.
Em suma, procura compreender não apenas o ambiente natural, mas também os ecossistemas invisíveis da sociedade, onde o ar nem sempre é puro e a água nem sempre corre limpa.
Francisco Gonzalez
Francisco Gonzalez nasceu em Cascais, onde cresceu entre o mar e a serra, alimentando desde cedo uma curiosidade insaciável pelo mundo que o rodeia. Apaixonado pela pintura e pela escrita, fascina-se com a possibilidade de transformar uma simples tela ou página em branco em cor, movimento e vida — seja com a tinta, seja com as palavras. Explorando o poder das histórias, dedica-se a retratar a complexidade da condição humana através de narrativas intensas e emocionais. O seu primeiro romance mergulha no universo do thriller psicológico, combinando intriga, fragilidade e suspense. Divide o seu tempo entre Cascais e o Alentejo, entregando-se às suas três grandes paixões: ténis, pintura e escrita.
Selma Maria Coxilha
Selma Maria Coxilha nasceu e cresceu em Caneças. Licenciada em Serviço Social e apaixonada por investigação social, encontrou na escrita e na leitura a forma mais natural de questionar, sentir e tentar compreender o mundo.
Aos oito anos, recebeu um diário como presente de aniversário e começou a preenchê-lo com as pequenas coisas boas que queria recordar no futuro. No quarto dia, a mãe bateu-lhe por uma má, infantil ou até ofensiva resposta e Selma calou-se e deixou as palavras presas, com medo de que alguém as lesse.
Aos 33 anos, decidiu libertá-las. Decidiu mudar de rumo, pegar nas memórias que sempre a assombraram e transformá-las em algo mais íntimo do que um livro: um diário para todos lerem.
Mãe de Merda, a sua estreia literária, é a coragem em forma de confissão. Porque a “mãe de merda” não é só a dela, é também a tua, e eu, e tu, e todas as que vierem a ser mães. Porque só quem se questiona e, por vezes, se sente uma merda é que prova não ser verdadeiramente uma mãe de merda.
A melhor mãe do mundo é sempre aquela que ainda não tem filhos.
Marco Saraiva
Marco Saraiva, natural de Setúbal, com 48 anos, é licenciado em Química e doutorado em Química Analítica, pela Universidade de Lisboa. Tem um percurso académico, embora que singular, com vários pós-doutoramentos, na Universidade de Cambridge (Reino Unido), no Instituto Superior Técnico, e no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. Atualmente, exerce atividades como investigador no Instituto de Tecnologia Química e Biológica (Universidade Nova de Lisboa) na área da Biofísica. Embora, dedicado ao estudo das ciências exatas, o gosto pela escrita e a sua capacidade de compreender a arte estiveram sempre presentes. Considera que a sua amplitude emocional proporcionou o desenvolvimento de sua capacidade intelectual em áreas tão distintas como são as ciências exatas e a literatura. Apresenta-se como poeta, considerando essa a condição mais abrangente do ser humano.
Carolina Coelho
É nascida e criada no Porto, onde mora até hoje.
Sempre gostou de escrever. Desde muito pequena, a escrita em forma de poesia entrou na sua vida, numa altura sombria, e ajudou a autora a recuperar. Apesar de tenra idade, já participou em duas coletâneas internacionais de escritores, intituladas “Caminhos” e “Por um mundo melhor”. Já escreveu sobre tão belas coisas da vida, sobre o amor e a esperança, mas também sobre a tristeza e a desilusão. Como a autora afirma, “afinal, a vida é cheia de altos e baixos. Se não existissem maus momentos, os bons não iriam ter metade do valor.”
A sua família sempre a inspirou a escrever belas coisas. Todos os sentimentos que lhes passaram, conseguia senti-los e escrevê-los de maneira a passarem de sentimentos esquecidos a poemas ouvidos e apreciados. “A vida é toda um grande poema e o meu poema ainda é curtinho, mas à medida que os minutos avançam, e eu traço o meu próprio caminho, a vida escreve o meu poema, porque viver é igual à poesia: há poemas mais longos ou mais curtos, mas todos os poemas têm a sua própria personalidade e estilo, e o meu poema é cheio de personalidade e estilo.”, afirma a autora.
Desde muito nova que a ensinaram que nem sempre está tudo bem, e este livro fala sobre isso mesmo, que “às vezes faz-nos bem o facto das coisas não estarem sempre perfeitas”. A vida sempre sorriu para a autora. Afirma ter uma ótima família, excelentes amigos que a apoiam sempre, pois os amigos “são a família que nós escolhemos”, mas mesmo tendo todos estes privilégios e mais, falta-lhe um grau de parentesco que, apesar de tudo, causa um vazio, preenchido pelo amor que todos os outros presentes lhe dão, mas se não fosse esse vazio, nunca teria começado a escrever.
A verdade é que a autora é uma adolescente, que já viveu tantas experiências e que já sentiu tantas emoções, que tem conteúdo suficiente para escrever um livro sobre as emoções que vai sentindo ao longo da vida, desde as piores até às melhores. “Na vida sentimos tantas coisas diferentes que seria impossível pôr tudo isso em um único livro, mas eu tentei fazer de tudo para que com um livro se consiga sentir e experienciar de tudo.”, afirma a autora.
Afirma-se uma pessoa esperançosa, mas nem sempre foi assim. Em tempos foi negativa, pessimista e afastava toda a gente que tentasse entrar na sua vida, mas certas pessoas e decisões mudaram-na. Hoje em dia adora cores, adora a Natureza e adora tudo o que seja único e especial. Adora tudo o que não lhe faça mal. “Tenho de admitir que eu sou uma seca”, afirma a autora. Gosta de tudo o que a rodeia, porque aquilo que ela não gosta, ela afasta da sua vida.
Carina Sampaio
Carina Sampaio nasceu em Vila Real e desde cedo que se interessou por literatura, mas foi quando se licenciou em Línguas, Literaturas e Culturas na UTAD que se apaixonou verdadeiramente por esta arte. Atualmente ela faz parte de um grupo de teatro amador na sua cidade que inspira grande parte da sua escrita.
Dan Dronacharya
Dan Dronacharya é estudante da consciência humana, escritora, professora de Yoga, mentora e curadora d’almas. Dedica sua trajetória a investigar os caminhos da mente e do coração, unindo espiritualidade, filosofia e arte. Em Entre Mundos e Almas, sua escrita transborda como feitiço poético: mistura lucidez e encantamento para guiar o leitor em jornadas de autoconhecimento, liberdade e amor próprio.
Henrique Alves
Henrique Alves é um professor de Educação Física apaixonado pelo desporto, com especial dedicação ao futebol e ao ténis de campo. Para além da sua carreira profissional, revela-se um autodidata no mundo da informática, demonstrando um interesse notável pela tecnologia. No seu tempo livre, dedica-se à escrita e à música: é autor do livro de poesia "O Meu Mundo, Aqui", uma obra que autopublicou.
Joana Santos
Apaixonada pela arte de contar histórias, formou-se em Técnico de Multimédia em Lisboa, encontrando nessa altura um refúgio na escrita para fugir da realidade. Em cada palavra, busca revelar a sua essência e os seus sentimentos escondidos nos pequenos detalhes. Dedicada ao mundo da escrita desde muito jovem, transforma as suas experiências, e sonhos em páginas que atravessam fronteiras e tocam corações. Com um estilo envolvente e uma sensibilidade única, escreve para inspirar, emocionar e se reconectar a si mesma.
A sua obra é mais do que uma leitura, é um convite à sua mente. Em cada história, encontra-se uma ponte entre a realidade e a imaginação. Um lembrete de que os livros também têm o poder de nos transformar.
André Leitão
André Leitão nasceu no Porto, Portugal, em 1988. Frequentou a Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, concluindo uma licenciatura em Ciências do Desporto e um Mestrado em Ensino de Educação Física. Sempre que não está na escola afunda-se em viagens, ilustração, música, cinema, literatura e videojogos. É mais fácil dizer que reside no mundo, uma vez que não saberá onde residirá no ano seguinte. Em 2017 criou o projeto “Céu de Baunilha”, onde se propõe a retratar as suas viagens através de ilustrações, contos e música. Daí resultaram 29 diários gráficos de viagem, uma imensidão de textos e 15 EP’s musicais. Participou em exposições, tanto individuais como coletivas, media nacional/internacional e contribuiu com ilustrações para romances literários. Em 2025 reside em Angola durante 1 ano letivo e escreve o seu primeiro livro, “Sakidila”.
Cristiane A. Santos
Cristiane A. Santos é uma escritora paulistana, atualmente residente em Portugal. Casada, com 47 anos, cultiva desde a infância a paixão pela literatura e pela arte de contar histórias. Dividida entre dois continentes, encontra inspiração na diversidade cultural e na observação atenta das relações humanas.
Fascinada pela psicologia, pela complexidade do comportamento humano e pela tensão que nasce do silêncio e dos segredos, Cristiane decidiu transformar esse olhar em narrativa, dando origem ao seu primeiro livro: Sala B: Confissões que Matam. Sua escrita busca conduzir o leitor a uma experiência visceral, onde o suspense se entrelaça com reflexões profundas sobre trauma, moralidade e a natureza do mal. Este é apenas o início de sua jornada literária.
Cristiane já prepara novos projetos que continuam a explorar o universo do thriller psicológico, sempre com a intenção de emocionar, inquietar e surpreender.
Pedro Nogueira Dias
Pedro Nogueira Dias nasceu a 27 de maio de 1990, em Matosinhos, licenciou-se em Direito, no Porto, e é Advogado inscrito na Ordem dos Advogados e Formador. Aos 33 anos sentiu uma enorme necessidade de mudar a sua abordagem perante a vida e começou o seu percurso ao nível da espiritualidade e do desenvolvimento pessoal. Apaixonado por viagens, pelo Hermetismo e deslumbrado pelos segredos e encantos do Universo, sentiu-se verdadeiramente inspirado para escrever Cara Rotina, Demito-me! O Autor pretende que os Leitores possam perceber qual a importância da espiritualidade nas nossas vidas e de que forma podemos aplicá-la no nosso dia a dia, orientando-nos na busca pelo nosso maior propósito. Lembrando que a grandeza atinge-se através de pequenos começos, Sic Magna Parvis.
Herculano Caculo
Nascido a 5 de maio de 1987 em Luanda, Angola, é residente no Canadá, em Toronto e autor de 7 livros já publicados. E também formado em Economia pela Universidade Agostinho Neto, de Luanda.
Cláudio Brochado
Cláudio Brochado (Esposende, 1975), arqueólogo, escritor, investigador e ensaísta. Estudou História e Arqueologia na Universidade do Porto. Vive em Viana do Castelo. Reparte a sua atividade entre a vida familiar, os livros e a escrita de ficção e o teatro. Vencedor do Prémio Literário “750 anos de Viana do Castelo”, na modalidade Conto, em 2008 e 2009. Esta é a sua primeira novela.
Thiago Teófilo
Thiago Teófilo é formado em Economia pela Universidade Federal do Ceará, mas encontrou na escrita sua verdadeira paixão. Poeta atento aos detalhes da vida, transforma memórias, afetos e reflexões cotidianas em versos que transitam entre a intimidade e o universal.
Filipa P. Aguiar
Filipa P. Aguiar nasceu em Beja, em 1998. Licenciada em Comunicação, pela Universidade Autónoma de Lisboa, é apaixonada pela leitura e por narrativas de ficção e suspense. Desde cedo encontrou na escrita um refúgio, primeiro num blogue pessoal, hoje nas páginas que partilha com os leitores. A sua estreia literária surge agora com uma obra profundamente pessoal, num testemunho de amor, perda e resiliência.
Francisco Mussenga
Francisco Mussenga nasceu na aldeia de Mussenga, no bairro kimuxona, na comuna de Uando Mucaba, no município de Mucaba, na província de Uíge, Angola.
Em 1995, fugiu da guerra civil do seu país, vindo viver para Genebra, Suíça. Estudou Relações Internacionais, Ciências Políticas, Economia e Gestão na Universidade de Genebra (Geneva School of Economics and Management) e Ciências da Educação. Colaborou com a Embaixada de Angola junto da Confederação Helvética, em Berna, no sector económico, realizando trabalho estatístico no domínio da economia e fazendo traduções de português para inglês, francês e alemão.
É professor no Ciclo de Orientação em Genebra, Suíça, Ensino Secundário I, Consultor na Missão Permanente de Angola junto das Nações Unidas e das Organizações Internacionais em Genebra e Presidente Fundador da Câmara de Comércio e Indústria Suíça-Angola.
É deputado no parlamento da cidade de Genebra, Suíça.
Fala kikongo, português, inglês, francês, espanhol e alemão.
Actualmente é colaborador de investigação e pesquisa na Haute École de Travail Social (HETS), em Genebra, efectuando trabalhos sobre o método qualitativo, quantitativo, elaborando relatórios científicos e analisando entrevistas sobre pesquisas científicas.
Cysa Jully Mylsánia
Cysa Jully Mylsánia nasceu em 1968 na antiga cidade de Nova Lisboa em Angola, onde permaneceu até ir para faculdade em Luanda onde se formou em Medicina.
É médica e trabalha no norte do país.
Cátia Leonor
Cátia Leonor, natural de Lisboa e formada em Recursos Humanos, é apaixonada por histórias que tocam o coração. Estreia-se na literatura com Entre Livros e Promessas, um romance sensível sobre amor, descobertas e o crescimento pessoal que nos recorda que nunca devemos perder a nossa essência.