Ângela Santos
Ângela Santos é uma apaixonada por destinos pouco convencionais. Percebeu nas suas viagens que não há lugares no mundo que não valha a pena conhecer, essencialmente, pelas pessoas com quem se vai cruzando pelo caminho. Há uns anos decidiu começar a documentar as suas viagens com o objetivo de desmistificar preconceitos sobre as culturas que vai visitando. Já passou por países como a Síria, o Iraque, o Irão, o Líbano, o Afeganistão, o Paquistão, a Etiópia e por tantas outras geografias muitas vezes mal interpretadas.
Filipa Barbosa
Filipa Barbosa nasceu em Lisboa, em 1986. Escritora de emoções profundas e palavras que tocam no íntimo, tem na escrita o seu lugar de abrigo e partilha.
Estreou-se em 2022, com A minha avó é do mar, e regressou em 2023, com Nunca foi amor, conquistando leitores pela forma sensível e corajosa com que aborda temas como o amor, a perda, o silêncio e a reconstrução.
Acredita que a escrita pode ser cura, encontro e transformação. Como costuma dizer: “eu não sou a minha dor, sou o que faço com ela”.
A sua obra nasce desse gesto: aceitar, acolher e transformar tudo o que chega, em palavras, poesia e amor.
Cleidson Vieira Silva
Cleidson Vieira Silva é escritor, palestrante e criador do podcast Brasileiro Gringo, onde dá voz às histórias de brasileiros que recomeçaram a vida na Europa. Criado em uma favela na zona sul de São Paulo, carrega na pele as marcas da desigualdade, mas também a força de quem aprendeu desde cedo a transformar dor em potência. Há mais de vinte anos vive na Europa, onde construiu sua trajetória ao lado da esposa Cláudia Suci Silva, com quem tem três filhos: Théo, Noah e Evie.
Depois de uma tentativa dramática de entrar nos Estados Unidos, incluindo a travessia clandestina do deserto e a detenção por imigração. Cleidson recomeçou na Europa, passando por diversos trabalhos até alcançar alguns de seus objetivos, Foi na dureza da vida que encontrou sua voz de autor, e é com essa mesma voz que narra sua história no livro Clandestinos.
Atualmente vive em Paris, onde se tornou referência entre os brasileiros que vivem no exterior. Fundou o Instituto V.I.D.A., voltado para famílias e indivíduos em processo de recomeço, hoje em suas palestras, sempre levando mensagens de resiliência, pertencimento e transformação.
Entre os projetos de que participou, destacam-se sua colaboração com a Casa Brasil Paris nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Paris 2024, onde foi mestre de cerimônia, reafirmando seu compromisso com a representação da cultura brasileira em espaços de destaque internacional.
Seu trabalho cruza fronteiras, une comunidades e inspira mudanças reais. Mais que contar histórias, Cleidson dá sentido às travessias.
“Sobreviver foi o começo. Escrever foi a travessia. Recomeçar é minha bandeira.”
Florbela Santos
Florbela Santos iniciou-se na escrita em 2005, com o Grupo Cénico Amador de Ribamar.
Esta aventura literária acaba por desviar-se dos guiões de Teatro para os livros e, em 2013, publica o seu primeiro romance, uma história de ficção sobre um pirata holandês que vive escondido na costa oeste. Esta história dá um segundo livro, publicado em 2014.
Em 2015, a autora publica o seu terceiro livro, baseado numa história verídica, sendo esta publicação premiada em 2016 pela ADL-Associação de Desenvolvimento Local da Lourinhã.
Amante de leitura e escrita, tem nos livros que escreve a ambição de transportar o leitor para realidades próximas, numa leitura de fácil interpretação.
Fernando Harris e Paz Ramos
Paz Ramos (Cádis, Espanha 1985) é uma artista plástica e ilustradora apaixonada pela arte de contar histórias através de imagens.É licenciada em Arquitetura pela Universidade de Sevilha, Mestre em Arquitetura Paisagista pela Universidade Politécnica de Valência e Mestre em Pedagogia das Artes pela Universidade Internacional de La Rioja.Além disso, é técnica Superior em Artes Plásticas e Design na especialidade de Ilustração pela Escola de Arte San Telmo de Málaga.Expôs os seus trabalhos em espaços como o Museu Casa de Ibero-América em Cádis, a Aliança Francesa em Málaga, o Museu Bordallo Pinheiro ou A Voz do Operário em Lisboa, o Festival de Banda Desenhada da Amadora, o Festival Feminista do Porto ou a Associação CEMEA em Lille.Como ilustradora tem trabalhado para diversas editoriais, fanzines e revistas, assim como para marcas publicitárias e festivais realizando diversos trabalhos publicitários ou de imagem corporativa.Paz recorreu, para esta e muitas das suas obras, a fontes e inspirações vindas de grandes criadores como Pierre Verger, Carybé, Maria Auxiliadora da Silva ou Heitor dos Prazeres.Pintores, fotógrafos e artistas que admira e tem como referência permanente.Considera-se uma eterna aprendiz de capoeira, arte que pratica desde 1999.
Fernando Harris (Peniche, Portugal, 1981). Luso-moçambicano, sempre nutriu um especial carinho pela história e pelas palavras.Em particular, quando relacionadas com África e as culturas maravilhosas das suas civilizações.Histórias que permitam a reconstrução de identidades fortes, de que demasiados afrodescendentes espalhados pela diáspora, carecem.Histórias que permitam o diálogo entre diferentes pessoas.Entre diferentes culturas.Estudou Ciências de Computação/Informática de Gestão no Instituto Politécnico Coimbra e Gestão de Sistemas de Informação na Universidade Técnica de Lisboa.É com isso que ganha a vida.É capoeirista e sambista.
Mika Guerreiro
Nasceu a 19 de Setembro de 1987, natural de Olhão, formada em Psicologia clínica, pela Ualg em 2009, começou a escrever poesia em tenra idade, quando frequantava o 5º ano. O que inicialmente começou como alguns textos livres da disciplina de Português, depressa se tornou numa fonte de criatividade e escape imaginativo.
Já escreveu poesia para o jornal “O Olhanense”, da sua terra, e participou em alguns campeonatos de poesia criativa, mas só há relativamente pouco tempo, depois de algumas publicações online e incentivos por parte da família e amigos, decidiu enveredar pelo caminho editorial.
A escrita e em particular a poesia, ocupa um lugar terapêutico e de arte na sua vida, uma vez que a vê como algo que transpõe tudo o que se pode ver e tudo o que se pode sentir, tirando uma tradução única e pessoal do mundo; onde pode formar algo bonito para partilhar com o outro. Amante da vida, da família e da natureza, não deixa o amor para último, até porque é sobre amor que de tudo se trata.
Mário Henriques
Mário Guerra (XETETE) nascido a 16/06/1967 em Luanda Angola filho do escritor contista e poeta BENUDIA.
Começa a dedicar-se a poesia e pintura artística no ano de 2000 onde expõe
Quadros de pintura abstrata na sua área onde reside Miratejo na freguesia de Corroios concelho do Seixal distrito de Setúbal.
Realizando varias exposições de arte em pinturas incluindo no hospital Garcia de Orta Almada. Inicia ao mesmo tempo, os seus trabalhos como poeta no lançamento de uma sebenta poética de vários autores lusófonos onde contrai o pseudónimo de XETETE seguindo essa linha da poesia que acompanhava as obras de pinturas.
Lançou o seu primeiro livro de poemas e desenhos em 2023 pela editora Projeto Foco intitulado POEMAS DE XETETE.
Tendo lançado logo a seguir no ano de 2024 o seu segundo livro de poemas e pinturas a pastel intitulado ABSTRATOS E POESIA DE XETETE.
Tendo as suas obras literárias comerciadas em várias livrarias nacionais editadas pela CHIADO BOOKS.
Lança agora o seu quarto livro de poemas livres onde espera que venha a ser o seu melhor.
J.C. Henriques
O autor exerce a advocacia em prática individual há mais de vinte anos, no Direito Criminal, Civil, de Trabalho, de Insolvência, Fiscal e Administrativo, em Lisboa e Setúbal. Foi professor de Direito e de Gestão, e ainda empresário.
É doutorado em Ciência Política, mestre em Gestão e licenciado em Direito.
Publicou quatro livros: Unidos na separação, Arguidos à força, Improvável e Amor Imaculado.
Sara Azevedo
Sara vive numa pequena cidade do distrito do Porto, com o seu marido, dois filhos, dois gatos e o seu cão velhinho. Apaixonada por artesanato, livros, filmes, séries e música, acredita que a arte diversa é a sua maior inspiração. A Chave do Silêncio, representa a primeira obra da autora, onde cada página mistura mistério, paixão e aquele toque atrevido capaz de deixar qualquer leitor sem fôlego.
António de Castro Soeiro Travassos
Nasceu em Montargil, em 13 de Dezembro de 1941. É Licenciado em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Cumpriu serviço Militar em Angola desde 15 de Janeiro de 1971 até 27 de Fevereiro de 1973, exercendo Pediatria no Hospital do Luso. Foi médico Consultor de Medicina Geral e Familiar até aos seus 75 anos, em Estremoz.
Susana Traila
Susana Traila nasceu em Vila Nova de Famalicão em 1976. Tem como alma mater a Universidade do Porto, onde concluiu, em 2000, pela Faculdade de Medicina Dentária, o curso de licenciatura pré-Bolonha em medicina dentária; e em 2008, o curso de pós-graduação em acupuntura pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar e Sociedade Portuguesa Médica de Acupuntura.
Acredita que o nosso bem-estar integra a harmonia entre as várias dimensões existenciais: física, mental, emocional, social e espiritual, que se enlaçam. Por isso, e enquanto amante da aprendizagem, busca a dinâmica de complementaridade de conhecimentos e a sua praticidade.
Estuda-se a si própria, em consciência, desde que se reconhece enquanto ser pensante, e há mais de 20 anos aprende sobre Terapias Não Convencionais; possui formação profissional em Oncologia, Introdução à Investigação em Oncologia, Especialização em Qualidade e Certificação, Formação Pedagógica de Formadores, Curso de Tanatologia e Morte com o Professor Doutor Pinto da Costa, Curso Intensivo de Coaching Psicológico; e formações contínuas tais como: Meditation Teacher, Writing in the Sciences, Health Concepts in Chinese Medicine, Integrative Therapies and Healing Practices, Positive Psychology, Spiritual Life Coaching, Improving Global Health, Existential Well-Being Counselling, The Science of Happiness, Health Coaching for PatientCare, Inclusive Leadership, Leaders ofLearning, Melhoria de Processos de Negócio: Lean Health care Operations – Kaizen, Redacção Científica para Investigadores Séniores, Suporte Básico de Vida, Bioethics, Psicologia, Mindfulness; e sente que é nas minudências do quotidiano que mais aprende.
Lucinda Barros Moutinho
Lucinda Barros Moutinho nasceu em Cabinda, Angola, filha de camponeses, de quem muito se orgulha. Com 35 anos, é formada em Gestão pela Universidade Autónoma de Lisboa e possui uma Pós-Graduação em Auditoria, Risco e Cibersegurança pelo ISEG.
O seu percurso profissional abrange empresas públicas e privadas, tanto em Angola como em Portugal, com experiência na banca, no setor comercial e nas operações. Trabalhou em instituições como o Banco Económico, Banco Millennium Angola, MEO – Altice Portugal e no Ministério da Saúde, em Angola. Mais recentemente, desempenhou funções como Gestora de Categoria na Pumangol, empresa angolana de energia.
Mulher de coragem e determinação, enfrentou e venceu um cancro da mama, prova da sua resiliência perante os desafios da vida. Continua a investir no conhecimento e no desenvolvimento profissional, sempre com a mesma força que a define.
Miguel Ricardo Trindade
Sempre curioso pela tecnologia, começa a programar em Basic e Z80, no ZX Spectrum no ano de 1981. Esteve envolvido na criação de rádio local, e depois Tv experimental .
Concluiu o curso de Direito em 1987, exerceu a profissão de jornalista, professor de comunicação social, e formador para o estado. Exerce presentemente a profissão de advogado. Sempre foi entusiasta das telecomunições, radiamadorismo, satélites , Internet, redes e bandas móveis . Sempre viveu no Porto onde nasceu.
Na ultima década dedicou-se ao estudo de temas espirituais, filosofias e religiões, passando a questionar as narrativas estabelecidas.
Manuel Muacho
Nasceu em Campo Maior, no Alentejo, terra que moldou a sua sensibilidade para as questões sociais e ambientais que permeiam a sua obra. Licenciado em Ciências Sociais, e com frequência de Mestrado em Cidadania Ambiental e Participação, encontra na escrita o meio privilegiado para dar voz às causas que considera fundamentais para o nosso tempo. Como autor, Manuel Muacho distingue-se pelo seu compromisso com uma literatura que transcende o entretenimento, abraçando a responsabilidade social da palavra escrita.
Os seus textos habitam na fronteira entre ficção e intervenção, construindo pontes entre o imaginário e a realidade, sempre com o objetivo de despertar consciências e cultivar empatias. A sua escrita caracteriza-se pela alma, coragem e sentido crítico com que aborda temas prementes da atualidade.
Através das suas narrativas, procura não apenas tocar o leitor, mas também provocá-lo e inspirá-lo a refletir sobre a construção de um mundo mais justo e sustentável. É nesta intersecção entre arte e ativismo que Manuel Muacho encontra o verdadeiro propósito da sua missão literária: transformar a palavra em instrumento de mudança e esperança.
Pinto da Rocha
António Júlio Pinto da Rocha, nasceu a 9 de abril de 1952, em S. Mamede de Ribatua, freguesia do concelho de Alijó. Desde muito cedo, despertou para os prazeres da leitura.
Em tempo de culto de manuais, considerava-se a leitura dos restantes livros, independentemente do género, como imprópria, lesiva do sucesso escolar. Com o tempo à paixão pela leitura adicionou o amor pela escrita.
Licenciado em Filosofia desenvolveu a sua atividade docente, maioritariamente, no Agrupamento de Escolas de Alijó, tendo iniciado carreira, em Carrazeda de Ansiães, o que lhe facilitou o conhecimento das boas gentes dos dois concelhos.
Assim, como homenagem, escolheu algumas das suas povoações como palco para o enredo dos seus contos.
Ana Rita Santos
Ana Rita Santos é artista plástica, escritora e fundadora do projeto estampa.arte4, uma marca solidária que transforma as suas telas em peças de roupa exclusivas, revertendo parte das vendas para ajudar crianças com cancro. Natural de Setúbal e a viver na Bélgica há 20 anos, é mãe de três filhos.
Trabalha há 25 anos como artista, mas foi a perda do seu filho do meio Esdras – vítima de um tumor cerebral - que a fez decidir pintar com ainda mais intensidade como forma de sobreviver à dor.
Desde 2024 tem realizado exposições em vários países – incluindo Bélgica, Japão, Itália, Alemanha, França e Espanha, e dedica todo o seu trabalho a apoiar instituições, ONG’s e famílias afetadas pelo cancro infantil. Da ausência, tornou sua missão e legado.
A. Santos
Nascida e criada na Alemanha, a autora formou-se em Estudos de Línguas e Literaturas, com foco na tradução do inglês e do espanhol. Foi contemplada com uma bolsa de estudos para aprofundar sua formação no Brasil e reside atualmente em Berlim, onde atua há três anos numa redação.
A sua escrita atravessa fronteiras geográficas, linguísticas e emocionais — marcada por vivências pessoais complexas e pela busca constante de identidade e cura. Entre Sombras e Cicatrizes é a sua estreia literária: uma coletânea de poemas que transforma dor em palavra e silêncio em expressão.
Catarina Rebelo
Catarina Rebelo nascida no ano de 2002 em Lisboa, escreve poesia desde os 7 anos. Estuda medicina em Salamanca. “Termino e recomeço a cada contração”»é o seu primeiro livro. Foi finalista do concurso nacional de Poesia e Contos contra o Racismo em 2014.
João dos Reis
A vida de João dos Reis tem sido uma aventura desde que nasceu, por milagre, em Aradas, Aveiro, de um parto complicado que matou a mãe. Teve como suportes afetivos uma avó até aos 12 anos e, a partir daí, o pai, que faleceria pouco depois. Era um jovem adolescente quando desembarcou em Angola, para se juntar aos meios-irmãos, filhos do primeiro casamento paterno.
Apaixonou-se por Angola. Aí viveu até ser corrido, em 1975, como muitas centenas de milhar de portugueses, vítimas da dramática descolonização. Trabalhou na ponte aérea entre Luanda e Lisboa, tendo escrito o livro Malandros sobre o assunto.
Estudou Direito e Jornalismo. Foi redator no matutino “A província de Angola” e no jornal “O Comércio”. Pertenceu aos quadros do Gabinete de Informação e Turismo de Angola e, em 1975, entrou para o Ministério da Informação do Governo de Transição de Angola.
Multifacetado, João dos Reis escreveu teatro radiofónico para os “Parodiantes de Lisboa” e o guião do filme "O Álbum Seriado", que representou Angola num festival internacional. No plano desportivo, foi guarda-redes do Sporting Clube do Huambo, Juventude Huilana e da Associação Académica da Huíla. Também se envolveu no paraquedismo civil. Mas foi e é ao golfe que mais tempo dedica.
João dos Reis é hoje o mais antigo jornalista praticante a escrever sobre a modalidade. Foi escolhido como Jornalista do Ano (1991) pela Federação Portuguesa de Golfe. Faz parte do Clube de Golfe dos Jornalistas.
O seu projeto jornalístico mais longo começou em 1979, com o convite de Vítor Direito para ser cofundador do jornal “Correio da Manhã”, tendo dirigido durante 30 anos, em Faro, a famosa “Edição Algarve”.
Ao longo da carreira obteve vários prémios. Em 1974, foi distinguido pelo “Grupo Amigos de Luanda” com o Prémio Rosa de Ouro, o mais importante galardão de jornalismo, com uma reportagem sobre os pescadores de mabanga, da Ilha de Luanda. É detentor da Placa de Mérito Turístico da Região de Turismo do Algarve.
O Menino do País Sem Sol é o título do livro infantil que lançou em 1998, em parceria com a RTA e a Direção Regional de Educação do Algarve, distribuído gratuitamente por escolas da região.
João dos Reis está incluído na compilação brasileira Autores e Escritores de Angola. É considerado um especialista em assuntos africanos.
Rui Sobral de Campos
Rui Sobral de Campos nasceu em fevereiro de 1941. É licenciado em Medicina e em História. O seu terceiro livro, Em Nome de Meu Pai, recebeu em 2019 o Prémio “Ex aequeo” Fialho de Almeida, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos (SOPEAM).
Diários Inacabados é o seu sétimo livro. Para mais informações, consultar ruisobralcampos.com