Júlio Santos
66 anos, aposentado. Desenvolveu toda a sua carreira profissional na área da segurança patrimonial, uma atividade que lhe exigia, com frequência, antecipar os piores cenários para conceber as melhores soluções de proteção o que o levou a desenvolver a criatividade.
Dotado de uma imaginação fértil, foi precisamente após ter ultrapassado uma doença grave que descobriu uma nova forma de lhe dar expressão. Incentivado pelo seu terapeuta a dedicar-se a uma atividade de que realmente gostasse, começou, em junho de 2025, a escrever contos de ficção.
Além dos contos reunidos neste livro, tem prontos a publicar: uma novela protagonizada por um cachorro e um conto sobre a problemática da violência doméstica. Na sua página de Facebook, Júlio Santos – Escrita, onde publica semanalmente e onde, à data, podem encontrar cerca de trinta minicontos inéditos.