Humberto Seriz
Humberto Seriz. Nasceu em Lisboa em 1949. É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa.
Anabela Grancho Pinto
Anabela Grancho Pinto nasceu a 11 de Abril de 1955, no Cacém. A Medicina foi sempre a sua única opção. Terminou a licenciatura em 1978, em Lisboa. Nunca mais deixou de escrever: histórias clínicas e textos científicos — uma escrita formatada. ”PIRÂMIDE HUMANA E ILHA DE FERRO” é o seu último devaneio literário.
Anabela Duarte
Anabela Duarte é autora Portuguesa apaixonada por histórias de coragem e transformação. Em INTEIRA partilha uma narrativa de força silenciosa, resiliência e recomeço, inspirada na capacidade humana de se reconstruir mesmo após momentos difíceis.
Joaquim Banha
Nascido a 9 de julho de 1944, o autor é atualmente um aniversariante de 81 anos. Alentejano de Viana do Alentejo, veio para a Parede devido a uma doença do pai, no ano de 1950, no mesmo ano em que, longe dali, se fabricava o carro que agora o levou a esta meia louca aventura.
Fez a escola entre Viana do Alentejo, Évora, Alvito e Parede, bem como o liceu, até ao 5.º ano, que é o nível académico que possui.
Na Parede, viveu os românticos e saudosos anos 60, com todo o seu encanto e misticismo.
Foi fotógrafo de Investigação Industrial, vendeu material de fotografia (Leitz e Rollei), Fotógrafo de Turismo, trabalhou na Telescola, no Instituto Português de Oncologia e constituiu a sua primeira empresa para vender ouro e prata pelo correio, sob a forma de coleções.
Pelo caminho e como militar, esteve na Guiné, onde acompanhou os fuzileiros em operações militares como repórter fotográfico e operador de imagem.
Anos mais tarde, terminou a carreira a prestar serviços para a Indústria Farmacêutica, onde se reformou.
Atualmente, limita-se a ajudar quem lá está e a tentar envelhecer lentamente, ocupando o tempo da melhor forma possível, fazendo o que gosta.
É casado, tem três filhos e dois netos.
A música da sua recente viagem é Gozar a Vida, Caballero, de Julio Iglesias — e, se tiver de escolher uma música, que seja essa.
Ele gostaria.
Pedro M. A. Silva
Nascido na Covilhã a 7 de Fevereiro de 1972, Pedro Miguel Abreu da Silva ganhou, bem cedo, o gosto pela leitura e pela escrita.
Ainda que tivesse desejado tornar-se Médico Veterinário, licenciou-se em Gestão de Empresas (1998) pela Universidade da Beira Interior, tendo mais tarde feito uma Pós-Graduação em “Advance Gestão — Santander” na Porto Business School (2016).
Fez carreira na área da sua formação de base na Banca Comercial e em empresas industriais, assumindo funções de CFO, General Manager e Presidente do Conselho de Administração.
Desempenhou funções públicas, na qualidade de eleito, na Câmara Municipal da Covilhã.
A paixão pela fotografia levou-o a tirar, em 2020, o Curso Profissional de Fotografia no New York Institute of Photography.
Actualmente, enquanto Gestor e Empresário, tem investimentos em diversas áreas e dedica-se, entre outras coisas, a produzir Cereja e a ajudar a defender e proteger outra das suas paixões: o Cão Serra da Estrela.
Beatriz Bate
Beatriz Bate, residente no Barreiro, nasceu a 28 de junho de 2002 e escreve pela primeira vez um livro de poesia.
A 17 de abril de 2025, criou uma página no Instagram (@by_sunsetpoet) dedicada aos seus poemas, de modo a alcançar um maior público, o que levou à ideia e à motivação para elaborar o seu projeto de cunho pessoal.
“Nesta jornada, aprendi imenso não só a escrever, mas também me ajudou a evoluir a minha criatividade e perceção da poesia.”
“Conhecer sobre diferentes estilos e histórias de vida sempre foi algo que gostaria de conseguir fazer e o primeiro passo foi escrever sobre a minha própria vida. Espero que com que este livro consiga cativar os leitores a investir o seu tempo na minha história.”
Diogo Lestre
O autor tem o nome, dado pelos progenitores, de Diogo Lestre. Nasceu na vila de Cucujães. Onde é isso? “Watson, vai buscar o mapa!”
Developer e adepto de videojogos. Gosta de imaginar situações hipotéticas e depois vive na ânsia de que elas se tornem realidade. Pelo menos assim estará sempre preparado para qualquer cenário! Talvez...
Não percebe nada de escrita, mas decidiu escrever um livro. O seu único desejo é que não seja uma leitura entediante.
Olga Cannas
Nasceu em Coimbra, em 2 de julho de 1976.
Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Fez o estágio de advocacia entre Coimbra e Lousã e começou a trabalhar na Universidade de Coimbra em 2001, na Faculdade de Direito. Teve o primeiro filho em 2007 e resolveu viajar pelo mundo. Quando voltou a Portugal tinha mais dois filhos, um nascido no Brasil, outro, em Inglaterra. Todos rapazes.
Hoje, vive em Coimbra com os seus três filhos e trabalha na Universidade de Coimbra.
Belino Costa
Belino Costa nasceu em Bustos, Oliveira do Bairro, em maio de 1956. Filho de agricultores, revelou desde cedo interesse pela escrita, tendo fundado, aos 11 anos, o jornal caseiro “O Pirolito”. Aos 17 anos, iniciou-se como cronista no semanário “Independência de Águeda”.
Em 1975, mudou-se para Lisboa, onde viveu intensamente o período da Revolução dos Cravos. Frequentou o curso de Jornalismo na Escola Superior de Meios de Comunicação Social e a Faculdade de Direito. Iniciou a carreira jornalística no semanário “O Jornal”, trabalhou no semanário “Se7e”, colaborou no “Expresso” e “A Capital”, entre outros.
Após uma década de jornalismo, enfrentou novas experiências, viajou pelos Estados Unidos, Ásia e norte de África. Nos anos 80, fundou, no Bairro Alto, o bar “Os Três Pastorinhos”, que se tornou uma referência da vida noturna lisboeta de então. Entre 2007 e 2013, foi presidente da Associação de Comerciantes do Bairro Alto e promoveu a criação do “Dia do Bairro Alto”, celebrado pela primeira vez em dezembro de 2010.
De regresso às raízes, criou o blog “Bustos do Passado e do Presente”, que deu origem ao “Notícias de Bustos” (2005-2016). Dedicou-se à investigação histórica regional, sendo autor das obras Proclamação da República- de Lisboa a Oliveira do Bairro (2010), Crónicas da Terra (2018) e Cinco Presidentes (2020).
O Gato das Frases Lapidares é a sua estreia na ficção narrativa.
Sandra Medeira
Sandra Medeira é uma autora portuguesa, cuja escrita se move entre a poesia e a prosa, explorando emoções e uma identidade em transformação.
Influenciada pela tradição lírica contemporânea e pela estética da poesia japonesa, a sua obra reflete uma sensibilidade intimista, onde a natureza assume um simbolismo dos sentimentos e do pensamento.
Escreve a partir da experiência, de lugares, de silêncios, de viagens, procurando compreender a identidade, o tempo e as emoções, numa escrita que se constrói em torno de instantes efémeros e do que permanece.
Erik Nascimento
Erik Nascimento é iOS developer, apaixonado por ficção cientifica e fantasia.
VOSS: Genesis marca a sua estreia literária, com o primeiro volume de uma série que explora ficção e fantasia. As suas infliências são H.P. Lovecraft, Dan Brown.
Atualmente reside em Montijo, Portugal, onde já trabalha no segundo volume da saga VOSS.
Catarina Piteira
Catarina Piteira é autora de A Menina com Alma de Ferro, um testemunho real e profundamente humano sobre maternidade, resiliência e impacto emocional de um longo processo judicial. Com uma escrita directa e envolvente, dá voz ao que tantas mulheres vivem em silêncio e transforma experiência em força, consciência e esperança.
De origem portuguesa, Catarina viveu anos condicionada por um contexto de elevada exposição pública associado ao futebol em Portugal – uma realidade que a obrigou a calar-se durante muito tempo. Actualmente vive na Suíça, onde se refugiou com os seus filhos e reconstrói a vida. Hoje, escreve para quebrar esse silêncio e pretende continuar a fazê-lo, tendo já em preparação um segundo livro, a desenvolver após o desfecho do julgamento.
Rosa da Fonseca Coelho
Rosa Coelho nasceu a 20 de maio de 1978, em São Martinho de Mouros, no concelho de Resende, uma terra de raízes profundas. Suíça, de origem portuguesa, vive em Genebra, onde a vida lhe foi oferecendo caminhos, experiências e aprendizagens que moldaram a sua visão do mundo. Encontrou na escrita um refúgio e uma necessidade, um espaço onde as palavras ganham voz e as histórias encontram morada.
Eugénia Kosi
Poetisa e desenhadora nos seus tempos livres.
É pesquisadora na área da linguística e ensino de línguas.
Especialista em Linguística aplicada, mestre em Psicopedagogia e doutora em Educação, Linguagem e Psicologia.
Transita entre a sua cultura e o melting pot cultural.
Fátima Alves
Fátima Alves nasceu em 1959, no Porto. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas.
Desde criança que gosta de escrever e de ler. É uma leitora compulsiva.
Decidiu fazer uma compilação de vários poemas e pequenos textos de prosa poética onde fala de amores e desamores e da vida em geral.
“Do Amor e da Vida” é a concretização dum sonho há muito acalentado.
Este livro foi escrito ao longo de alguns anos e vai ser a sua estreia na Literatura.
Escreve sobre o Amor porque acha que o Amor é o motor da Vida.
É óbvio que o desamor também faz parte dela.
Espera poder continuar a dar largas à sua imaginação.
Maryse Campos
Entre 1966-1967, começou a trabalhar como operadora de reserva. Percorreu os variados setores até atingir o topo da carreira, passando por atividades de chefia, na área económica.
Conciliou a sua vida profissional com a vida académica.
Entre 1974-1978, frequentou a Faculdade de Economia do Porto (FEP) até ao 5º ano, altura em que deu maior prioridade à sua vida pessoal e ao seu autoconhecimento, suspendendo os estudos.
Casou-se, teve uma filha, divorciou-se. Sem nunca esquecer o sonho de terminar o curso.
Com a filha no ensino superior, inscreveu-se na faculdade Lusófona, licenciou-se em Gestão de Empresas, que terminou com êxito. Entusiasmada e apoiada pelos colegas, voltou a inscrever-se e concluiu também o curso de Economia.
Terminou os estudos académicos com uma pós-graduação em Recuperação de Empresas.
A par de todas as atividades, desde cedo encontrou o seu “colo” no mundo das artes, onde se mantém até hoje, através da música e da pintura.
João António
Nasceu em Luanda e reside em Portugal. Licenciado em Ciências da Comunicação, compositor e músico, publicou a sua primeira obra, “A Ponte – Entre o Tempo e a Memória” (2023), onde narrativa, memória e reflexão se entrelaçam.
Participou como conferencista no Congresso Internacional de Culturas Lusófonas, no “Templo da Poesia” (Oeiras), onde apresentou o tema “De que forma a integração dos países lusófonos poderá ser caminho para alavancar o desenvolvimento cultural?”
A sua escrita centra-se na relação entre identidade, passado e linguagem, explorando a memória como matéria literária e a metáfora como ferramenta de conhecimento interior — espaço onde o tempo, mais do que cronologia, se torna território de reencontro.
M. Nogueira
M. Nogueira é técnico de telecomunicações por profissão e criador de mundos por paixão. Fascinado por narrativas sombrias e épicas, encontrou na escrita o espaço onde a técnica cede lugar ao imaginário e onde ideias sobre poder, livre-arbítrio e consequência ganham forma. As suas histórias são influenciadas por uma forte estética cinematográfica e pela intensidade narrativa da manga, dando origem a universos densos, moralmente ambíguos e carregados de simbolismo.
Na sua obra, o divino não representa necessariamente redenção, o caos não é apenas destruição e o destino é constantemente desafiado pela vontade. Através de personagens marcadas por heranças antigas e escolhas irreversíveis, M. Nogueira convida o leitor a questionar os limites da autoridade, da fé e da própria humanidade.
Pedro Folque de Almeida
Pedro Folque de Almeida trabalha há mais de duas décadas em sucessão e desenvolvimento de líderes para instituições em contextos de poder, decisão e governação. A sua experiência profissional desenvolveu-se entre a Europa e a América Latina, onde acompanhou de perto processos de transformação organizacional e as linguagens que os legitimam. Formado em Relações Internacionais, observa como o poder é exercido e como o mal raramente se impõe de forma excepcional: instala-se no quotidiano, justifica-se pelo hábito e normaliza-se pelo discurso.
O Convite nasce desse lugar de observação: entre a responsabilidade individual e as estruturas que a diluem, e marca a sua estreia literária no romance-ensaio.
Helga K.
Nascida na cidade do Rio de Janeiro, onde se graduou em Ciências Biológicas, Helga K. reside há mais de duas décadas nos Estados Unidos, com passagens pela Alemanha e Suíça. Embora bióloga por formação acadêmica, as letras sempre tiveram presença marcante em sua vida. Suas maiores inspirações advêm de experiências cotidianas e de sensações e emoções suscitadas por elas.
Amante das línguas e da natureza, a autora une elementos de ambas em sua primeira publicação – Um quarto de poesias – no espaço e no tempo –, onde abre seu coração e partilha sentimentos reais com o leitor.