António Ferreira
António Laurindo de Almeida Ferreira nasceu em 1956, no distrito da Guarda. Após a conclusão da licenciatura em Filosofia, realizou o estágio pelo Ramo Educacional, na Universidade de Lisboa.
Mais tarde, concluiu o Curso Superior de Estudos Ingleses da Universidade de Cambridge, através do Instituto Britânico em Portugal. Estreou-se na atividade profissional como Account Executive (Executivo Sénior de Contas Publicitárias) na Agência de Publicidade e Estudos de Mercado – Cinevoz Mc Cann Erickson, tendo desempenhado essas funções durante sete anos.
Depois desta etapa viajou para os Estados Unidos da América, tendo exercido a atividade docente em Cursos de Língua e Cultura Portuguesas, durante seis anos. Foi professor do ensino secundário durante trinta e seis anos.
A obra O néctar proibido é o seu primeiro romance.
Uedison Pereira
Uedison Pereira é natural de Pedro Canário, no estado do Espírito Santo, e é formado em Turismo e Gestão Hoteleira pelo Institut Supérieur Européen Charles Péguy, em Louvain-la-Neuve, na Bélgica, e em Licenciatura em Humanidades pela Universidade Aberta de Lisboa. Como muitos brasileiros, deixou o Brasil para tentar uma vida melhor na Europa, e apesar das dificuldades encontradas durante todos esses anos, adaptou-se muito bem à Bélgica. Morou em Bruxelas por mais de dez anos, mas em dezembro de 2011 mudou-se para Gent, em Flandres, e considera-a a mais charmosa cidade da Bélgica.
Tem como primeiro trabalho um poema intitulado “A Cruel Leveza Da Ignorância Sobre As Coisas”, publicado em 2002 na extinta revista Real, que circulava na comunidade de língua portuguesa na Bélgica. Esse poema está também em seu outro livro, que reúne uma coletânea de poemas ainda a ser publicada.
Raphael Sales
Raphael Sales, de 24 anos, nascido e criado no centro de São Paulo, mais precisamente no bairro do Bixiga. Iniciou sua jornada em 2016, escrevendo pequenos textos, sem muito compromisso, o que atualmente se tornou algo mais sério e constantemente publica poesias autorais. Em 2018, aos 18 anos, lançou o primeiro projeto autoral intitulado “Querido Desconhecido”, que abriu o caminho para que se coloque dentro do mundo literário.
Rui Correia
O seu nome é Rui Correia, nascido no ano de 1977 em Chelas, num bairro velho de Lisboa que crescia, renascia e evoluía com uma energia única. Um bairro composto na grande maioria por emigrantes, pessoas vindas de quase toda a parte do país, principalmente do interior de zonas mais pobres, à procura de uma vida melhor após o 25 de Abril de 1974, assim como muitos imigrantes de vários pontos do mundo que ali se instalaram e criaram raízes.
Chelas era um local em crescimento, muito marcado pelo crime e a droga, mas principalmente por um bairrismo de uma sociedade multicultural única baseada no respeito, família, amizade e amor ao bairro. Um amor que chegava a gerar pequenas guerras internas para disputar qual a melhor zona do bairro. Um bairro temido e falsamente julgado por quem não o conhecia.
Nesse bairro nasceu um menino que aos três anos de idade perdeu o cabelo todo e tornou-se único naquele bairro. Filho de dois alentejanos, um o pai do alto Alentejo da bela e acolhedora terra de Vale do Peso e do baixo Alentejo, na terra vizinha dos bens onde sua mãe nasceu, a bela aldeia de Santana de Cambas para onde a família se tinha mudado. Santana de Cambas é um mundo oposto marcado pelo regime, pela pobreza, pela imigração/emigração do seu povo à procura de uma vida melhor, pelo contrabando, vidas duras mas de certa forma assente nos mesmos valores do bairro. Dois mundos recheados de ideais e de histórias de outros tempos recheadas de sentimentos que marcaram a vida desse menino.
Esse menino cresceu diferente aos demais e pela ignorância de muitos conheceu cedo a discriminação, a dor, a revolta de ter de se afirmar como igual até ao dia da sua “morte” num violento acidente de viação, aos 14 anos, renascendo um novo ser para o mundo 15 dias depois, com uma nova visão do mundo onde deixou de sentir a necessidade de se afirmar, sem a revolta que incendiava o peito, aceitando a discriminação vendo-a como um problema de quem a tem, abraçando a vida vivendo-a ao máximo, crescendo dando valor a tudo ao seu redor, vivendo amando, cometendo erros, aprendendo até ao dia em que a poesia como que se revelou em mim, talvez no momento mais bonito da sua vida, salvando a vida à sua filha e mulher realizando, sem saber bem como, o parto da sua filha sozinho, mergulhando num frenesim de sentimentos, do pânico à euforia, do medo a sentir-se invencível, sentimentos que se começaram a ouvir de uma forma única, melódica. Nesse dia, aos 25 anos, nasceu o poeta.
Um ser marcado pelas lições de vida, por amores e desgostos, duras cicatrizes do peito, um ser abençoado pelas histórias do passado, pelo privilégio de ter trabalhado como emigrante, bem como imigrante na Holanda, tendo conhecido realidades de diversos pontos do mundo através de relatos pessoais sentidos e honestos. Um ser apaixonado com uma visão de um bem global, de um bem maior assente em valores e não no valor das coisas.
Um ser que vive hoje em paz em Santana de Cambas rodeado de mitologia, magia, em paisagens de poesia viva, sonhando, escrevendo, gritando por um mundo melhor para todos.
Maria Luísa Soares
É açoriana a cirandar por alguns sítios do globo, razão pela qual os seus livros refletem temas desses espaços e desses mundos.
Iniciou-se na escrita com um livro de contos “Estranha forma de vida” e na esteira deste, dois livros de poesia: “Ribeira submersa” e ”Africa o corpo e as sombras”.
No seu percurso de escrita tem vindo a adotar o romance como forma privilegiada de comunicar: “Quatro vozes e Virgínia”, “Em nome dos princípios”, “A ilha décima”, “Olhando o nosso céu”,, “No tempo dos jacarandás”. Ultimamente publicou duas novelas. “Mulher procura companheiro” e “Gostar de ti e esperar-te”.
Tuan Candido Lima
O autor deste livro escreveu esta história no esforço de explorar a sua própria natureza, e por extensão, a natureza humana, buscando descobrir mais sobre as dualidades que nos permeiam e que ditam, direta ou indiretamente, nossas ações.
É alguém que acredita no poder da verdade, alguém que acredita que a melhor história é aquela cuja estrutura, desde a palavra analisada uma a uma até o enredo tomado como um todo, deve expressar símbolos e padrões que nos parecem verdadeiros em sua essência.
Tuan é formado em engenharia pela USP e pela Télécom ParisTech, com mestrado em transporte de dados pela Université Paris-Saclay. Ele mora atualmente em Santo André, e quando não escreve, trabalha como engenheiro de software.
Edgar Albergaria
Graduado em Pedagogia e Ciências Físicas e Biológicas, atuou como professor, coordenador pedagógico, orientador vocacional e diretor de escola das redes pública e privada do Estado de São Paulo. Amante da Natureza, ele orienta e incentiva a todos quanto a preservação do meio ambiente em defesa da vida no planeta Terra. Incentiva a leitura e estudos como meios complementares à reforma íntima em prol do aprimoramento. É autor de “Conteúdos Significativos de Ciências Biológicas (obra didática em 3 volumes)”, “Polarização Ciências & Religião”, “Desavenças & Reconciliações”, “Maria Clara – Empatia e Altruísmo no Silêncio da Alma”. Ele é doador voluntário de órgãos e crê em Deus.
Sandra Carreiro Pascoal
Sandra Pascoal nasceu em 1998, em Ponta Delgada e é licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Wagner Rengel
Wagner Rengel nasceu no Sul da América do Sul. Viveu uma infância de cidade pequena e uma adolescência nas águas geladas das cachoeiras e nas ondas no litoral. Depois foi estudar Psicologia na cidade grande e conheceu o teatro, o assalto, o amor, a liberdade e a solidão. Inquieto e muito provável por tudo que viveu, estudou Psicanálise e Filosofia. Se casou e trabalhou um tempo em hospital psiquiátrico e depois em outros tantos lugares. Tem três filhas, desenha, faz esculturas em cerâmica, lava a louça da casa e cuida do Bingo e da Frida, seus cães vira-latas adotados na pandemia. Há mais de quinze anos escuta sobre a Educação dos recém-chegados e há mais vinte anos escuta as pessoas em seu consultório e, desde que aprendeu, nunca mais parou de escrever.
Rémi Esteves
Rémi Esteves tem 38 anos. Os seus primeiros 15 anos foram vividos em França, mais precisamente em Estrasburgo, agora está a viver em São Lourenço de Sande (Guimarães, Portugal). Sofreu um acidente de viação aos 17 anos, em 2001. Nunca foi adepto de grandes leituras, um bom resumo para ele chegava.
A ideia de escrever um livro fez rir os seus irmãos, mas o Rémi disse-lhes: “RIEM-SE, RIEM-SE, MAS QUEM SE RI POR ÚLTIMO, RI MELHOR!”
Paulo Castro
Paulo Castro nasceu em Gondomar em 1958. Formou-se e trabalhou em França em Tecnologias de Informação.
Licenciou-se em Direito já em Portugal.
Trabalha atualmente no mercado de capitais.
José Oliveira
José Oliveira, nasceu e viveu na Terceira Capital do Brasil, porém já passou por várias cidades durante sua primeira infância. Estudou em ótimas escolas particulares, por muitas vezes, fora perseguido nesses ambientes, e na maioria das escolas, fora convidado a se retirar.
Devido a esses convites, aprendeu que se estiver incomodado, é melhor se retirar, ou ter de aprender a tolerar a intolerância. Podem achar que é mania de perseguição (espero que seja), apenas um lembrete: é muito fácil perseguir aquele que é 'deferente'. É complicado escrever uma vida, que está apenas começando.
José nasceu no último ano do Século XX, o primeiro ano desse milênio, foi concebido no final do ano de 1999, se você já estava crescido nessa época, tem noção do contexto global em que ocorrera a fecundação que ocasionou esse autor. Primeira palavra dita: "fauda", em árabe representa o caos.
A obra Maiúsculas “Deferenças" é um desabafo de um processo psicológico denominado catarse. O autor já passou por uma renomada Universidade Federal e por uma excelente Faculdade Particular, só não teve paciência para fazer ciência. Ele decidiu se arriscar na escrita de um livro de Volume Único, que teve como inspiração a obra "Minúsculas Indiferenças", e percebeu que as minúsculas indiferenças, geram maiúsculas diferenças em sua vida. O poder da decisão é maior que a depressão.
Alzira Campos
Esta é segunda obra de Alzira P. Campos; A primeira no género de Poesia (Pedaços – das Trevas à Luz”) e a presente em forma de adágios criativos e inspiradores. Desde 1992 ligada profissionalmente à Gestão de Pessoas (com formação adicional em Coaching e PNL, entre outras vertentes similares), reflete essas influências nos seus escritos. Autora das canções “Human Energy” e “Com Vida”. Participou ainda nos Volumes XIII e XIV da Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea “Entre o Sono e o Sonho”. Natural da Ilha Madeira, desafiadora por essência, busca conhecimento em tudo o que a rodeia, privilegiando experiências vividas ao longo de um percurso único e muito pessoal.
As Pessoas são para si um fontenário de inspiração natural e extraordinário, o seu mundo e o seu maior desafio. Apaixonada por tudo o que é natural, sente-se “em casa” no meio da natureza - serra/mar – considerando-se uma verdadeira “Filha da Terra”. Irreverente, define-se a si mesma pelo adágio: Sabes quem sou? Aquela que mais errou...
Mário Wilson Monteiro
Nuno Maria nasceu no fim dos anos 70, e desde aí que cresceu e vive numa antiga terra de pescadores junto ao encontro do tejo com o atlântico. Apaixonado pela natureza e pelos grandes espaços é no meio dela, seja mar, deserto ou montanha, que se sente em casa. Especialmente se tiver a companhia de uma boa história.
Nuno Maria
Nuno Maria nasceu no fim dos anos 70, e desde aí que cresceu e vive numa antiga terra de pescadores junto ao encontro do tejo com o atlântico. Apaixonado pela natureza e pelos grandes espaços é no meio dela, seja mar, deserto ou montanha, que se sente em casa. Especialmente se tiver a companhia de uma boa história.
Sofia Saldanha
Sofia Saldanha nasceu em 1974, em Portalegre. É Licenciada em Ciência Política pela Universidade Internacional.
Trabalhou na redação da revista People and Business, onde publicou pequenos artigos e fotorreportagens. Atualmente trabalha como assessora na área de Relações Públicas. Quarenta e um – o passado é hoje é o seu primeiro romance.
João F. Ribeiro
João F. Ribeiro é copywriter a tempo inteiro para escrever sobre tudo sem perceber muito de nada. Vive em Sintra, estudou ciências no ensino secundário, licenciou-se em jornalismo e deixou dois mestrados em marketing a meio caminho.
Criativamente inquieto, escreve crónicas no Público P3, deu aulas de português na faculdade e teve um programa de autor na Rádio Voz de Alenquer. Copywriter de profissão e peixes de signo, tem mais tinta que papel, mais ideias que tempo e sonha concretizá-las todas.
Clair Schiavi
Clair Aparecida Schiavi nasceu no dia 24 de fevereiro de 1951, em Pradópolis, interior do estado de São Paulo. Aos 23 anos mudou-se para a Capital onde formou-se em Pedagogia. Aos 14 meses de idade contraiu a poliomielite, doença que deixou sequelas em seus membros inferiores. A paixão pela literatura se deu na juventude quando escrevia poesias, mas aflorou nos últimos anos quando teve contato direto com a Filosofia Espírita.
Beatriz Aires
Beatriz Aires nasceu a 8 de março de 2002, nas Caldas da Rainha, onde passou maior parte da infância e adolescência.
Desde pequena que o gosto pela escrita e arte a motivaram a expressar a sua imaginação e emoções, da forma mais criativa possível. Ao longo do seu percurso académico, desenvolveu um grande interesse pela comunicação e relações humanas. Viajou sozinha pela primeira vez aos 17 anos, até Chicago, Estados Unidos, e desde então que a sua maior paixão é descobrir e aprender sobre o mundo e as diferentes culturas. É fluente em três línguas (inglês, espanhol e coreano) para além da sua língua materna, português.
Após completar o 12 ano de escolaridade, mudou-se para Lisboa e apesar de escrever regularmente, os acontecimentos e situações a que foi exposta inspiraram-na a completar a sua primeira obra escrita.