Renan Correia da Silva
Nascido nas terras do Rio de Janeiro, um jovem que como todos os autores que buscam criar mundos ficcionais, possui desde a tenra idade o desejo de se expressar e com isso compreender o mundo, mas faz isso pela criação artística. No desejo de trazer beleza e compreensão, por vezes do dramático ou da poesia, entoar como uma canção que faz os corações se abrirem a uma verdade, algo divino e eterno há muito esquecido.
Joaquina Raimundo
Joaquina Antunes Raimundo, nasceu em Amareleja, concelho de Moura, distrito de Beja e vive em Alenquer.
É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, Português/Inglês. Escreve poesia e prosa, tendo escrito em coautoria pequenas histórias de vida de vários autores: é coatora da obra, contada às crianças, “João Mário, o menino que pintou o seu sonho”, com prefácio de Dr. Francisco Moita Flores; é autora do livro biográfico “As Cores da Sua Vida - Memórias”, é autora da obra poética em sonetos “As Palavras Que Sempre te Direi”; e é autora da obra poética em sonetos “Para Amar Não Há Limites”.
Participou já em dezenas de coletâneas literárias.
Laryssa Silva
Nasceu no Brasil e aos 16 anos se mudou para Portugal, aos 17 anos escreveu seu primeiro livro “Éris vs Luminos – em busca da minha metade.” Uma garota simples que gosta de explorar a natureza e viver novas experiências, usa seu tempo livre para ler, escrever e, sempre que pode, fugir um pouco da rotina.
Osvaldo Tetaze-Maia
Advogado, Tenista amador, viajante 'compulsivo'. Osvaldo Carlos Pereira Maia é o seu nome de batismo e o “apelido TETAZE” veio de infância, e segundo a sua Mãe, o seu irmão mais novo chamava-se assim e o apelido pegou. E hoje incorporou-o como um ‘presudónimo’ nas suas escritas. Nasceu em Porto Alegres, RS, viveu em Curitiba dos 10 aos 25 anos. Nos EUA viveu por um ano em 1985 e passou várias temporadas de dois a três meses entre a década de 80 e 2000.
Também viveu temporadas na Argentina e Espanha, sempre a negócios e turismo. Há 40 anos vive em Santa Catarina, em Balneário Camboriú. Tem 69 anos, é casado, advogado há 35 anos exercendo a profissão na área cível, empresarial Direito Internacional e comércio exterior, além de atuar como tradutor e intérprete de idiomas inglês e espanhol nas Comarcas judiciais da sua região, e nas horas vagas escreve as suas crónicas e memórias, e ‘bate um ténis’ nas quadras do seu Clube Itamirim na cidade de Itajaí, SC.
KARELAYNE COELHO
Karelayne Coelho é brasileira. Nasceu em João Pessoa, cidade litorânea do Nordeste do Brasil. Filha de um médico psiquiatra e uma professora de Literatura, cresceu entre os livros. Ainda criança, escrevia poemas e, quando entrou na faculdade de Letras, passou a dedicar-se à prosa.
Escrevia contos infantis para a filha, por diversão. Já atuou como professora de Língua Portuguesa e Hermenêutica. Hoje é cronista. Casou-se com alguém que gosta de viajar tanto quanto ela. E foi por causa das viagens que nasceu o primeiro volume de seu Asas de Lata, pela Editora Folheando, ganhador do Prêmio Uirapuru em 2019.
Em 2021 lançou, pela Lisbon Press, do Grupo Editorial Atlântico, o ensaio literário Um anjo dissoluto: a poética de Cazuza, do prazer à lucidez. Este é seu terceiro livro publicado.
Vive em São Paulo, com o marido e a cachorrinha.
Admir Zanella
Gaúcho segredense (Segredo, Vacaria, RS) em sua infância rural, mudou-se para Flores da Cunha para ser jovem operário. Sem concluir cursos superiores iniciados, formou-se técnico contábil e atuou em pequenos jornais como redator, colunista e Diretor de Redação. Foi também locutor e apresentador de programas de rádio por décadas. Trabalhou no serviço público como Diretor de Câmara e Secretário de Planejamento, onde afinou o escrever através de projetos, contratos, discursos, moções. Músico e compositor, toca violão e saxofone. Publicou 4 obras: ‘Presságio’, romance adulto, 1994; ‘A Palavra é Pá Que Lavra’, poemas, 1998; ‘Se o Ratinho Gero Falasse’, infanto-juvenil, 1996; ‘O Gato Que Não Morria’, infantil, 2012 (edições esgotadas).
Celeste Martins
Celeste Martins Nasceu na freguesia de Custóias a 16/09/1968 na cidade de Matosinhos, Porto. Viveu em Leça do Balio num meio rural com os seus pais e nove irmãos. Completou o ensino Básico/obrigatório da época no qual se apaixonou pela escrita desde criança. Obteve várias experiências professionais, desde empregada de limpeza, empregada fabril, ajudanta de cozinha e cuidadora de crianças e idosos.
A esferográfica sempre acompanhou em todo o percurso de sua vida, escrevendo simples poemas, contos, estórias e algumas reflexões que ao longo do tempo se foram perdendo, mas deixando sempre a marca da escrita em seu coração. Muitas vezes gozada pelos irmãos no tempo de adolescentes e desapontada quando perdia um trabalho bem elaborado por si mas que o tempo e circunstância de uma vida agitada fazia desaparecer todo o seu esforço posto em papel.
Também apaixonada pela leitura tendo como seus autores preferidos. Octavia Butler no seu livro, “A Parábola da Semeadura”, Anthony Burgerss autor do “Laranja Mecânica” e o Juliano Loureiro em, “Lucas: A Esperança do Último”, entre muitos mais. Aos 34 anos de idade ela foi com a sua filha viver para a Ilha dos Açores-Terceira, ao fim de sete meses a saudade da família as impulsaram a regressar novamente ao seio familiar.
Quando tinha 38 anos decidiu ir viver para a Espanha, País-Basco onde passou 3 anos e aprendeu o idioma trabalhando como cozinheira e empregada de balcão em um bar de Donóstia. Mais tarde após ter voltado à sua nação, com 46 anos a vontade de novas oportunidades e experiências a fizeram imigrar para a Inglaterra-Londres, onde se encontra a viver até hoje em Croydon, trabalhando em uma casa particular como cuidadora (caregiver). É membro de uma igreja evangélica em Brixton onde aprende a Palavra de Deus e participa de algumas das atividades.
Daniel Pirolo
Daniel dos Santos Ribeiro nasceu no dia 4 de Dezembro de 2001 e vive na aldeia de Vila Nova de Monsarros, em Anadia.
Tem o 12*ano, tendo tirado o curso de Línguas e Humanidades na Escola Secundária de Anadia, não querendo seguir para a universidade.
Amor, vida e tempo são sempre palavras chave nas suas obras, escrevendo sempre em rimas o que sente, o que pensa e o que sofre.
Em todo o lugar é o lugar certo para começar um poema ou um livro, uma rima ou uma canção, só se tem que ter amor pelas palavras que logo logo as palavras irão mostrar o seu amor pela garota, ou o sofrer pela mesma, ou irão mostrar o desagrado pela vida ou a preocupação pelo tempo.
Desde sempre que se assume imperfeito, mas apaixonado. Imperfeitamente apaixonado pelo tema da liderança, a qual o aventurou no mundo da escrita.
Só quando morrer é que tem a ambição de ser um líder. Até lá, só se quer entranhar de pessoas…
Paulo Girão Costa
Paulo Girão Costa nasceu em Angola e, aos 4 anos, foi obrigado a refugiar-se em Portugal. Em 1995, emancipou-se e, desde então, tem vindo a aprender e a desaprender na área da Gestão. Não foi reconhecido como um dos melhores gestores pela Fortune, nem eleito sequer como um dos melhores líderes pela Harvard Business Review.
Desde sempre que se assume imperfeito, mas apaixonado. Imperfeitamente apaixonado pelo tema da liderança, a qual o aventurou no mundo da escrita.
Só quando morrer é que tem a ambição de ser um líder. Até lá, só se quer entranhar de pessoas…
Pedro Alves da Silva
É um escritor de quinze anos nascido e criado em Lisboa, Portugal. O escritor começou a sua jornada pela escrita aos sete anos de idade como uma forma de expressar a sua criatividade e forma de ver o mundo.
Além da escrita, tem imenso gosto pela leitura — tendo lido desde clássicos às obras mais atuais. O seu maior propósito como escritor é partilhar as suas palavras com o mundo e impactá-lo — expondo uma perspetiva diferente da sociedade atual em que se encontra. Recorrendo às suas experiências pessoais, Pedro Alves da Silva tenta adaptar os seus dilemas pessoais aos dilemas comuns a todos — tentando fortalecer o sentido de união e compreensão entre aqueles que necessitam de ser ouvidos.
Gisela Morgado
Gisela Morgado Roberto Barata, nascida a dezanove de Setembro de mil novecentos e oitenta e três. Natural de Sacavém, Loures.
Estou Gestão no IPL em Leiria, embora não tenha terminado devido a uma fatalidade, que infelizmente, psicologicamente a impediu de continuar.
Durante a sua vida, marcada por algumas turbulências, viveu em vários pontos do país, onde experienciou várias vivências.
Desde nova, se dedicou à escrita, tendo interrompido e retomando em dois mil e dezanove, após uns bons anos, em que sua vida a impediu de fazer muita coisa que gostava.
Com alguma influência de sua falecida mãe, desenvolveu o amor pela escrita. Escreve poemas, em forma de quadras, desabafando pensamentos e sentimentos da sua vida passada, presente, desejos e não de futuro, dia a dia...
Atualmente, escreve diariamente, com forma de desabafo.
Maria Idalia Pereira Teixeira
Uma rapariga que nasceu em 2002, mas que emigra para a Suíça com a idade de 10. Faz a escola francesa, mas com 15 anos em 2017. Começou a escrever livros por causa de um professor que tinha gostado de uma história dela. Em 2020, ela foi aceite com a sua história pelo Grupo Editorial Atlântico. Ela fica contente, e é assim que publica a sua história.
Luís Alexandre da Rainha
Foi pela primeira vez fotografado em Mafra, entre as paisagens bucólicas de cariz costeiro, que nunca lhe valeram a ascensão a figura de renome. Fez carreira de intruso sem se intrometer muito com a vida. Vagueou pelo Sul de Inglaterra em busca do que se busca quando se emigra. Encontrou e voltou. Tem partilhado histórias com o Cristiano, tendo por objectivo expressar essa consciência de um viajante sem tempo.
A. L. Ribeiro
A. L. Ribeiro é professor, poeta, contista, ensaísta. Mora em Garanhuns – PE. Este é o segundo livro que publica.
Maria de Jesus
Maria de Jesus é uma curiosa que gosta de experimentar o mundo e todas as suas possibilidades. A escrita é uma delas, nomeadamente a poesia.
Nascida num ambiente jurídico na década de sessenta acabou por a ele se dedicar tentando sempre compatibilizá-lo com a sede do novo.
Este livro adormecido durante vinte anos foi resgatado à luz do dia por um acaso pelos
filhos.
Francisca Esquível
Nascida em Lisboa em 1962, Francisca Esquível foi viver para o Porto aos três anos. Queria ser bailarina, pintora ou pianista, nada que tivesse a ver com números!
Fez o Curso de Pintura, na Faculdade de Belas Artes do Porto. Como gostava de ensinar, entrou no Ensino, com apenas vinte e dois anos, onde permanece, lecionando Educação Visual.
Na pintura, fez um breve trajeto (que considera ainda não ter acabado), e expôs nos finais dos anos 90/princípios de 2000. Sempre gostou especialmente do retrato feminino.
Teve uma pequena experiência na escrita, quando um conto seu foi publicado no livro “Histórias Devidas”, uma compilação de contos baseados em histórias reais.
Da literatura internacional, destaca Françoise Sagan, Michel Houellebecq, Paul Auster e Milan Kundera. Da literatura portuguesa gosta especialmente de José Saramago, Valter Hugo Mãe e Maria Judite de Carvalho.
Mesmo tendo vivido a maior parte da vida no Porto, sempre se considerou uma mulher do Sul, tendo-se aventurado a mudar sozinha para o Alentejo em 2009, e de onde não tenciona sair.
Judece Neto
Nascido em Luanda a 5 de Abril de 1990, Judece Dias Neto imigrou para Portugal aos 7 anos de idade, onde viveu em Albufeira com a família até aos 21. Vindo de uma infância conturbada por abusos e transgressões no seio familiar, foi já na pré-adolescência que encontrou na arte o refúgio e forma de escape desse meio em que se via inserido. Formado em dança, performance e representação, partiu para Lisboa aos 22 anos em busca da realização de se tornar artista e ter uma vida melhor para si e para os irmãos. Mas algo inesperado viria a mudar-lhe a forma como encarava a vida para sempre.
Susana Paixão Rodrigues
Susana Paixão, é uma escritora criativa e tradutora. Trabalha, atualmente, com Megan Michelle, na Foundational Publishing Services, Inc., Portugal Travel Hub e a aplicação para telemóvel Tales.
Licenciada em Relações Internacionais no ISCSP, detém também uma pós-graduação em Língua, História e Cultura Chinesa, da Universidade ZUST, e várias certificações em Escrita Criativa, lideradas por autores, como Joie Davidow, Sarra Cannon, Jessica Brody e Joanne Rendell.
Susana Paixão tem já publicado poemas, pela editora Chiado Books; o livro Batom Vermelho, pela editora Artelogy; guiões de três pecças de teatro infantil para a Empresa de Estudo e Educação de Língua Estrangeira (ENLI) e uma cronologia de short stories, na plataforma Medium.
António Luiz Pacheco
António Luiz Pacheco, um caçador que trabalha para poder caçar, pescou em três oceanos e outros tantos mares, correu matos e planuras, foi carregado por búfalo e tubarão, entrou a pé a elefantes, suou atrás das perdizes, ouviu o canto das baleias. Dormiu em conveses e no chão, ao relento, ao som do leão ou dos mosquitos, bebeu água de poças e comeu do que havia. Tendo paixão pelos livros, foi escrevendo, ao longo dos anos, artigos de viagens, sobre pesca submarina e caça, participou em colectâneas junto com outros autores, escritores desalinhados e caçadores que escrevem. Publicou um romance de fundo histórico e aventuras, exploração, costumes – Largueza –, em dois volumes. Aos 55 anos, tendo cumprido muitos dos seus sonhos de criança, rumou de vez a África por força, mas não vítima da crise económica e social, e aí se recriou e encontrou parte daquilo que lhe faltava, se bem que aos 66 anos não tenha ainda terminado de escrever a sua história. Parte dela está espelhada neste romance, onde exprime o que sente e pensa, no espaço partilhado com outros como ele, que existem e o inspiraram.
Andreia Félix
Natural de Matosinhos, da colheita de 80 e com duas filhas maravilhosas, Andreia Félix é uma mulher do norte cheia de garra. Fascinada por pessoas e histórias desde os 5 anos, iniciou-se no teatro aos 14 e começou a fazer rádio e a escrever no jornal local aos 16.
Mudou-se para Lisboa, onde se licenciou em Jornalismo. É coach e especialista em comunicação. Desde 2015, co-cria – escreve e representa – espetáculos teatrais no Colectivo A Tribo, em Mafra. Porque faz ela teatro e escreve? Para provocar, fazer refletir e inspirar mudanças. Para se viver como as várias pessoas que acredita que é e para inspirar outras pessoas a viverem-se na sua plenitude.
Este é o seu primeiro livro.