Amilton Conté
Nasceu a 27 de janeiro de 1981, naquele retalho de terra que se situa no berço da humanidade, onde o sol debruça o seu desgosto. Numa sexta-feira de azar, como lamentou o seu pastor devido à falência do mês. Foi pastado por essas maravilhosas e humildes jovens, que tinham como objetivo fazer os filhos e depois criá-los na mesma educação com aquele salário da caridade.
Margarida Padroso
Nasceu em Lisboa em 1960. Passou por Angola 3 anos antes da independência, por o seu pai ser militar. Tem sofrido de depressão desde o parto há 22 anos, e é sobretudo sobre essa experiência, de estar internada, que falam os seus poemas. Também fala do Amor, que é a Vida.
Luísa Lícias
Luísa Lícias nasceu a 10 de Setembro de 1952, em Pangim, Goa, antigo estado da Índia Portuguesa, onde o seu pai cumpria serviço militar. Aos três anos de idade, veio para a metrópole, para a cidade de Setúbal, onde a sua família residia e viveu nesta cidade até aos dezassete anos. Estudou no Liceu Nacional de Setúbal e na Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi, onde frequentou o curso de piano, leccionado pelo Conservatório de Música de Lisboa.
Aos dezassete anos veio viver para Lisboa e começou a trabalhar. Foi funcionária da RTP, durante trinta e oito anos, tendo-se reformado aos sessenta. Do período de trabalho na RTP, passou cinco anos no Centro de Produção dos Açores, Delegação de Ponta Delgada, onde se casou e teve um filho.
Toda a sua vida escreveu poesia e, depois, prosa, sendo que este é o primeiro livro que decidiu publicar, motivada pelas emoções que viveu na viagem de regresso à Índia.
Daylton G Guedes
Daylton Gilberto Guedes nasceu em Diamantina, Minas Gerais, onde viveu sua infância e adolescência. Morou nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Maceió. Estudou Geofísica Espacial no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE na cidade de São José dos Campos - SP onde fez seu doutorado. Morou em Brasília e depois transferiu-se em definitivo para São José dos Campos onde atualmente mora e trabalha.
De uma numerosa família diamantinense, aprendeu a valorizar a tradição da cidade natal para onde, em todo esse tempo, sempre voltou para passar momentos com a família e reencontrar amigos que por lá ficaram ou, assim como ele, que para lá voltam com as mesmas motivações. Casou-se em Diamantina e suas duas filhas, por capricho dos pais, nasceram e foram registradas na cidade.
Jacira Schneider
Jacira Schneider Fontoura Cavaleiro, era uma mulher que dizia não acreditar em sinais. Um tanto irónico, visto que se viu ligada ao mundo da escrita só por ter nascido no dia da morte de Camões, com quatrocentos e vinte e dois anos de diferença, para se ser mais exato.
Sendo a terceira filha de uma família disfuncional e sofrer de ansiedade social, sempre teve alguns problemas em comunicar-se. Descobriu a escrita, acolheu-se e nunca mais saiu dela. Não tinha muitos sonhos, mas todos eles tinham algo em comum... Eram revelados no papel antes de serem lançados ao ar.
Aos quinze anos escreveu e publicou um livro de ficção. Com ele criou a sua primeira relação de amor-ódio para com a escrita, pois percebeu que não estava preparada para ter exposto algo que tanto gostava. Desmereceu o seu trabalho e abafou toda a atenção possível do mesmo. Apesar de ter deixado a sua primeira obra escondida, não deixou de dedicar-se a essa paixão.
Acredita que o mundo literário seja funcional para tudo. Quer dizer, salvou-lhe. Desde o primeiro poema que compôs no sexto ano, até ao momento que se encontra na faculdade a recitar no canto das folhas ao invés de apontar os trabalhos.
Através dele pôde conhecer-se, exprimir abertamente os seus sentimentos e desabafar sem precisar de usar a fala a tempo inteiro. Em torno disso, felizmente, encontrou mais pessoas com a mesma vocação e ganhou coragem para mostrar novamente do que é capaz.
“O mundo da escrita não me traz apenas a vontade de realizar certos desejos, mantêm-me viva. E espero que a minha forma de compor faça alguém sentir o mesmo.” – Jacira
Alberto Augusto Ramos
O autor estudou no Fundão, na Guarda e em Coimbra. Desempenhou, entre outras funções, as seguintes: Professor, Inspector-Principal do Ministério da Educação, Director da Escola do Magistério Primário de Beja, Coordenador da Inspecção-Geral de Educação na Delegação do Sul, que abrangia os distritos der Portalegre, Évora, Beja e Faro.
Aposentado em 1994.
Emilia Maria Eder Kirchner
Nasceu no Paraná, mas reside atualmente em Santa Catarina. Desde a infância foi uma leitora ávida e começou a escrever suas próprias histórias aos 14 anos. Após anos em pausa, decidiu começar a resgatar poemas antigos que escreveu ao longo dos anos e a partir deles, surgiu a vontade de escrever cada vez mais e mais poemas. E depois contos. E assim surgiu a ideia de organizar ambos em um livro, que posteriormente nomeou de “Sobre Amor e Ansiedade”.
Sabrina Areias
Nascida a 12 de maio de 1982 em França, Sabrina Areias cresceu em Portugal e neste momento está emigrada na Bélgica com o seu marido e filha. Viveu e espalhou imaginários, ao longo de felizes 18 anos, enquanto membro do Corpo Nacional de Escutas. Esta experiência terá, com certeza, tido um grande contributo para todo o seu desenvolvimento criativo.
Iniciou a sua carreira enquanto escritora em 2021, com a obra Phoénix – Morrer por dentro foi o início. De volta em 2022 com Colibri, a segunda obra da série das Fénix, está mais do que nunca comprometida com esta nova paixão que é a escrita.
A autora está a trabalhar atualmente nos próximos projetos, os dois últimos livros da série, e espera conquistar o coração dos leitores com este árduo trabalho.
Júlio Garcia
Júlio Garcia nasceu na Amadora, em 1932. É casado, tem 3 filhas, 4 netos e 1 bisneta.
Completou a licenciatura de Gestão com 71 anos. Ao longo da sua carreira profissional, desempenhou diversos cargos em 3 grandes empresas: Sociedade Central de Cervejas, durante 13 anos; Fima/Lever/Olá-Iglo, durante 11 anos; Jerónimo Martins, durante 19 anos.
Entre os 12 e os 14 anos, descobriu grande apetência pela leitura. Aos 18 anos, começou a escrever, tendo ganho vários prémios em Jogos Florais.
Manuel Gonçalves
Manuel Gonçalves nasceu em Lisboa em 1966. Licenciado em Gestão, começou por trabalhar na indústria, consequência da morte prematura do pai, tornando-se bancário poucos anos mais tarde, profissão que mantém até hoje.
Frequentador ocasional de cursos de escrita criativa e literatura, alimentou desde sempre, de forma clandestina, a sua paixão pelas letras e pela escrita que raras vezes deu a conhecer, fora do seu círculo de relacionamentos mais íntimo.
À mulher e aos filhos, para além de alguns amigos, fica a dever mais esta ousadia.
Alberto Bastos
“O Alberto vivia a vida com o mesmo jeito com que bebia um copo – com gosto, provando, saboreando, sorvendo até à última gota, partilhando, saudando, rindo, rindo muito, rindo com os outros, por vezes, até não poder mais. E na tentativa de esgotar a vida até ao âmago, tornava-se poeta e actor, para que na palavra e no gesto a vida toda se realizasse.”
(Júlio Marques)
“Quando esta traiçoeira punhalada nos atravessou a alma, nós, Adão e Eva, mesmo à distância de um telefonema, sentimos que os nossos olhos se cruzaram e se encheram de água.
Sempre foste para nós uma das sementes de ouro da nossa velha Freguesia de S. Pedro de Castelões.
Não duvidamos de que tu sabias que a morte não é mais do que o equilíbrio molecular com o Universo a que pertencemos, mas, como todos os seres vivos, tudo fizeste para manter o natural desequilíbrio da vida, tentando o melhor equilíbrio da estrutura humana para não morrer. E a melhor forma era fazeres dela um poema, nascido dos melhores e mais belos versos da tua vida, a dignidade, a humanidade, a integridade, o amor, a amizade, a fraternidade, a cidadania, a arte e a poesia.”
(Adão e Eva Cruz)
“O Alberto era a festa! Era a festa, o riso, a poesia, mas era também a amizade, a honestidade, a cultura, a versatilidade, o carácter, a cidadania.
Quantas histórias, quantas memórias deixa entre nós o Alberto!
Foi um ser incomum!
É bem doloroso saber que ele partiu.”
(Manuela Bornes)
P. C. Sousa
P. C. Sousa ou Paula Cristina Sousa nasceu na Figueira da Foz e desde pequena que vive na Marinha Grande onde completou a sua escolaridade em Humanidades. Trabalha há alguns anos na empresa La Redoute, o que lhe despertou o gosto pela moda. Gosto esse que a levou a fazer algumas sessões fotográficas para agências de modelos.
O gosto pela leitura e pela escrita acompanha-a desde muito pequena. Por isso decidiu escrever o seu próprio livro. A ideia surgiu no início de 2021. E sem planear enredos foi escrevendo à medida que as ideias lhe surgiam. E assim nasceu a sua primeira obra que terminou no final do verão do mesmo ano.
Antonello Visi
Nascido no Monte, 10/04/1961 Concelho do Funchal. Residente em Santa Cruz. Professor do grupo 200, leciona História e Cidadania e desenvolvimento na escola do 2º e 3º ciclo Dr. Alfredo Nóbrega Ferreira Júnior na Camacha. Entre 1998/2012 fez parte do gabinete cultural da Câmara de santa cruz desenvolvendo algumas atividades culturais na casa da cultura de santa Cruz, deu duas conferências, a primeira intitulada “O nome da Europa” e a segunda “A igreja Manuelina de Santa cruz”, criou a revista cultural origens e participou na iniciativa do lançamento do cinema ao ar livre no auditório desta casa que se manteve durante 13 anos. Fez parte da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz em dois mandatos com o cargo de Secretário. Na revista “origens” publicou vários artigos assinados com o nome de Ezequiel Vieira e António Viera. Na revista da escola “Camachinha Júnior” publicou recentemente dois artigos. Um sobre Reflexão sobre cidadania “Um ideal coletivo” 1a edição 2022, e Avaliação “Uma peregrinação à realidade e potencialidade cognitiva dos alunos”. 2ª edição 2022. Durante o restauro da igreja Matriz de santa cruz cooperou na edição de uma coleção de postais alusivos à igreja.
Participação na Antologia de poesia “entre o sonho e o sono” vol XIV , com o poema: “Ambição do saber no sossego do conhecimento”.
José Miguel Figueiredo
Nasceu em Coimbra no dia 15 de maio de 1985. Começou a escrever na sua adolescência sempre reservadamente sobre os seus dias. Era a forma como desabafava as suas emoções. O amor era a palavra mais titulada nos seus escritos. Recentemente iniciou a escrever poesias. Se expirou no seu atual relacionamento, na sua história de vida e de momentos do presente do passado.
António José Alçada
António José Alçada nasceu em Setúbal, em 1960. É casado e pai de duas raparigas. Estudou Hidráulica e Recursos Hídricos no Instituto Superior Técnico, tendo-se licenciado em Engenharia Civil e obtido, posteriormente, o grau de Mestre em Hidráulica.
Começou a escrever durante as viagens que realizou à China e à Rússia, em 2009, anotando todos os aspectos relevantes. Foi aí que descobriu o gosto pela escrita. Publicou as obras No Trilho dos Seis Zimbros, As minhas memórias da Quadrilha e Hoje Fechei o Schengen, e participou na coletânea “Jornais da Caserna (Quarentena)”, textos elaborados durante a pandemia.
Em Angola, publicou o seu primeiro ensaio: Hoje foi a minha vez!, em Língua Portuguesa e Língua Inglesa, bem como o livro Trump Stories, premiado no Brasil. Lançou, igualmente, o seu primeiro livro de poemas, com a escritora Isabel Sango, Vivências Paralelas. Recebeu, ainda, em 2021, o prémio angolano de melhor escritor em livros digitais, promovido pela Livrolândia. Lançou também o livro O Pensador, em Angola, em versão digital, com prefácio de Bondi Kiala.
Sofia dos Anjos Morgado
Sofia dos Anjos Morgado nasceu em Cascais, no dia 22 de fevereiro de 1995. É uma fantasiadora e desde cedo que despertou o gosto por criar e escrever histórias fictícias, apesar de só agora ter arriscado nesta sua primeira Obra. Também desde cedo que tomou interesse pelas artes performativas, tendo feito várias formações de teatro e dança, ao longo da sua vida. Licenciou-se em Ciências da Comunicação e da Cultura por ser apaixonada pelo mundo dos media, do cinema, do marketing, da cibercultura e até de política e instituições europeias.
Pietra - Mar calmo, profundezas agitadas é a sua primeira obra e este é um livro que vai apaixonar tudo e todos, independentemente da idade e garante que ninguém vai querer que o livro acabe.
Patrick Lima
Patrick Lima é carioca, e desde cedo se interessou pela arte. Porém, descobriu a sua paixão pelos livros e escrita tardiamente. E desde então, ele vem abraçando a literatura para se expressar.
Cleiton Santana Pereira
Sempre muito interessado em contar histórias que vivenciou. Ao observar várias atitudes de pessoas, com o que elas condizem sobre as escolhas em suas vidas. Onde cada causa tem um efeito. E ali podendo observar que tudo que começa ruim nunca termina bem.
Tirando uma conclusão de cada contexto, podemos observar que com a nossa permissão o mal sempre estará dentro de nós.
Nascido na cidade de Curitiba, apaixonado pela literatura de histórias e mitologias. Desde os tempos de escola teve uma vontade imensa de um dia escrever um livro. Que então passasse uma mensagem com lição de moral, de autoajuda para os que precisam.